sexta-feira, 3 de setembro de 2010

ERROU O CÉU POR 45 CENTIMETRO!

Por Moises Gomes

Quando eu era ainda seminarista, isto há mais de 25 anos, alguém entregou-me um folheto cujo título chamou minha atenção.

O tema ali apresentado despertou a curiosidade. Dizia o título: “Errou o céu por 45 centímetros”. A indagação queimou meu coração e fiquei aguardando o momento propício para ler aquele folheto. Assim que tive a oportunidade eu o li e a medida que entrava no seu contexto concordava em gênero, número e grau com o conteúdo daquela leitura. Vi que é uma realidade que paira até hoje em nossos dias.

O corpo do texto era o seguinte: Muitas pessoas falam de Deus, dizem que se converteram e até realizam grandes obras em nome do Evangelho. Muitos chegam a ser famosos com os seus feitos no meio evangélico, se tornam Bispos, Pastores, Evangelistas, Missionários, mas não absorvem o mais importante...

São incontáveis o número de homens e mulheres que se dizem crentes. E isto nos leva a meditar na Bíblia Sagrada:

“Nem todos que dizem Senhor, Senhor herdarão o Reino dos Céus, mas somente aqueles que fazem a vontade de meu Pai que esta no céu” - Mateus 7.21.

“Graças te dou ó Pai, Senhor do céu e da terra, que ocultastes estas coisas dos sábios e entendidos e revelaste aos pequeninos” - Mateus 11.25.

Independente de posto, de cargo, que o obreiro ocupa, muitas pessoas estão errando o céu por 45 centímetros. O conhecimento deles acerca de Deus ou de Jesus reside apenas em suas mentes e não no coração. A distância da mente até ao coração é de apenas 45 centímetros e é este pequeno espaço que falta para muitos entendidos, para muitos sábios que querem manipular a Deus, limitando seu poder e sua misericórdia, selecionando pessoas e esquecendo que Deus ama a todos e que o seu Filho morreu na cruz por amor de todos. Ter o Evangelho dentro do coração leva-nos a praticar o que Jesus manda. O quê? Amar a todos.

“Nós sabemos que já passamos da morte para a vida, porque amamos os irmãos; aquele que não ama permanece na morte” - 1ª João 3.14.

Caro (a) internauta leitor(a) deste tópico, desta pequena mensagem, reveja o conceito sobre o cristianismo se ainda não incorporou ao seu viver o valor e a significância do amor ao próximo. A vontade de Deus é que amemos uns aos outros. É necessário sintetizar à vida cristã o mandamento do amor para ter o futuro além-túmulo com Deus.

Que a paz do Senhor Jesus reine em sua vida.

Obs: Artigo adaptado ao blog.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

QUANDO DEUS SURPREENDE

Numa situação como essas, era de se supor que Deus haveria de agir, sem dúvidas. Mas talvez, ninguém contasse com aquela forma do Senhor agir. Quando todos esperavam que Ele usasse alguém de grande envergadura ou reconhecimento popular, eis que surge alguém
do nada: "Então Elias, o tisbita, dos moradores de Gileade..." (I Reis 17:1), assim começa a história de um dos maiores profetas de Israel.
Que início de ministério "fraco"!!!! Se quiséssemos traçar o perfil biográfico de Elias nos decepcionaríamos: Nome: Elias o tisbita (isso não é sobrenome, é origem. Um lugar chamado Gileade). Filiação: ignorada. Formação Acadêmica: ignorada. Formação Teológica: um
tal de "rancho dos profetas". Sustento: Jeová Jiré.
Só mesmo Deus para fazer isso. Chamar alguém sem sobrenome, sem tradição familiar, sem formação escolar e originário de um lugarejo sem tradição, e tranforma-lo no maior profeta vétero-testamentário. Aliás, Deus sempre faz isso, até mesmo Jesus, foi acusado
de "Zé-ninguém": "...pode vir alguma coisa boa de Nazaré?..." (Jo.1:46).Imagine a surpresa do rei Acabe, ao ver adentrar ao palácio real, aquele homem estranho a corte, mal-vestido, desrespeitando a ética da época (tinha que se esperar o cetro real ser apontado à pessoa, indicando a liberação da entrada a presença real), indo firmemente em
direção ao monarca, diante de todo séquito da realeza.
Embora não sendo revelada sua genealogia, a primeira fala do profeta na Bíblia, diante de Acabe, fala-nos muito mais alto do que qualquer ostentação ou credencial humana: "...vive o Senhor, Deus de Israel, perante cuja face estou...". Quem era ele ninguém sabia. O que se sabe, é que ele estava diante de Deus, ou melhor, diante da "face de Deus". Isso fala mais alto do que qualquer coisa. Estar diante de Deus é o requisito mínimo de quem quer ser usado por Ele.
Mas o "pior" estava por vir: Apontando o dedo ameaçadoramente ao rei, o profeta brada: "...nem orvalho, nem chuva haverá, senão segundo a minha palavra" (I Reis 17:1). Quanta segurança. Quanta firmeza. Desafiar o sistema da época, e diante do rei mostrar uma
autoridade que faltava ao monarca desviado: "...Segundo minha palavra". Em outras palavras: estou profetizando e assumindo. É eu e acabou. Acredite quem quiser, mas Deus está falando. Deus só podia honrar tamanha ousadia e intrepidez.
Acabe foi surpreendido em seus domínios. Não esperava o contra-ataque divino...
E AGORA PROFETA?
Pense você em um homem que ousou desafiar o sistema político-social-religioso da época. Época em que a palavra ou edito do rei, tinha força de lei, ou melhor, acima de qualquer lei, pois a lei era o rei.
Imagine o que pode acontecer com um homem como esse. No mínimo teria que ter a seu favor, a guarda do FBI, ou da Scotland Yard, ou quem sabe, das Forças Armadas Brasileira.
Penso no profeta virando as costas ao rei, e saindo do palácio todo trêmulo, surpreso com sua própria ousadia. Já na porta do palácio, talvez mais calmo agora, olha para o céu e indaga: "e agora Senhor? Fiz o que mandaste, mas, o que vai ser de mim?".
O profeta se sentiu ameaçado em três frentes: Alimentação: "quem vai cuidar de mim? A seca vem ai". Segurança: "quem vai me defender diante da fúria da corte?". Moradia ( ou esconderijo?): "onde vou fixar residência, longe da revolta de Acabe?". Deus mostrou sua providência ao profeta: "Moradia-esconderijo: "esconde-te junto ao ribeiro de Querite, que está diante do Jordão". Alimentação: "...eu tenho ordenado aos corvos que ali te sustentem". Segurança: anjos e todo o exército celestial estariam a disposição do profeta.
Naturalmente Elias foi declarado pelo séquito real, como o inimigo público número 1 de Israel, aliás, deixemos o próprio Acabe definir o profeta: "...és tu o perturbador de Israel?" (I Reis18:17b), "...já me achaste inimigo meu?" (I Reis21:20). Eram excelentes as
referências pessoais de Elias junto a Acabe.
Com o passar do tempo, e as águas refluindo, o pânico e desespero tomou conta do reino, e a surpresa foi maior, quando vazou a informação que o profeta Elias estava envolvido no negócio. Em pouco tempo, o profeta passou a ser mais procurado do que Bin Laden.
DEUS PROTEGE UM FUGITIVO

Aqui começa as "conseqüências" (se é que assim se pode dizer), de uma vida na presença de Deus. Primeiro, o profeta teve que se acostumar com a idéia de ter que se tornar um "fugitivo de Deus". Uma vida nômade, que tinha pouca, ou quase nenhuma preocupação
com o futuro.
A primeira parada foi junto ao ribeiro de Querite, cujas águas eram insuficientes para saciar Elias até o final da seca. As fontes de alimentação seriam as mais exóticas possíveis: Bicos de corvos trariam carne, viúva o sustentaria e anjos em última hipótese lhe traria
pães. Elias percebeu que toda dependência seria de Deus.
A partir daquele momento, seu maior sustento seria Deus. Toda sua condição de sobrevivência humana, seria Deus...Essa é uma
conseqüência de viver uma vida com Deus, estar disposto a abrir mão de um referencial de vida e aceitar o jeito soberano de Deus nos impô-la.
ESTÁS DISPOSTO????????????????

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Dança!! podem os cristão Dançar?

"Que cada um exerça o dom que recebeu  para servi os outros, administrando fielmente a graça de DEUS em sua s multiplas  formas." 1ª pedro 4:10


Provavelmente a Dança foi a primeira forma de expressão artística desenvolvida pelos humanos, nossa primeira tentativa estética de recriar e compreender o fluxo da vida.

O significado da ‘excelência’
“O que me faz diferente do mundo é a nuvem de glória que está sobre mim. Eu sou a sarça. Podemos ser uma sarça como qualquer outra, apenas uma árvore retorcida, iguais a essas que vemos no cerrado, idênticas a milhares de outras que existem. Todavia, se tiver um fogo queimando em nós, isso é glória de Deus. É isto que faz a diferença: o fogo na sarça”
Todos nós queremos servir a Deus com excelência. Naturalmente, excelência é fazer bem feito, com arte, beleza, criatividade, técnica e da melhor forma. Mas, para Deus, o melhor não é necessariamente o campeão, ou que ganhou a medalha, reconhecido por todos. Para Deus, o melhor é o melhor que você pode fazer por Ele.
Deus só aceita aquilo que é feito com excelência. Pode até parecer que sim, mas não é possível servi-lo de outra forma, somente com excelência. A Palavra do Senhor diz em Malaquias que qualquer homem que viesse oferecer algo a Deus – e no Velho Testamento oferecer algo a Deus era sinônimo de oferecer sacrifício – deveria oferecer o melhor. A Palavra diz que qualquer que, tendo no seu rebanho, macho sem defeito, promete e oferece para Deus outro com defeito, o que não era o melhor, este não é aceitável diante de Deus.